Sucuri-verde
Serpente não peçonhenta que mata por constrição.
Dois grupos frequentemente confundidos: um com pele seca e escamas, outro com pele úmida e ligação direta com a água.
Répteis e anfíbios costumam aparecer juntos porque são estudados pela mesma área da zoologia, mas são grupos bem diferentes. Répteis, como serpentes, lagartos, jacarés, tartarugas e cágados, têm a pele coberta por escamas e, em geral, ovos com casca que suportam ambientes secos. Anfíbios, como sapos, rãs, pererecas e cecílias, têm pele úmida e permeável e a maioria depende de água ou de ambientes muito úmidos para reproduzir.
O Brasil é o país com maior número de espécies de anfíbios conhecidas no mundo, com destaque para as florestas úmidas e para as áreas de altitude, onde muitas espécies ocorrem em regiões minúsculas. Essa restrição geográfica torna vários anfíbios brasileiros especialmente vulneráveis a mudanças no ambiente.
Entre os répteis, a diversidade de serpentes é o que mais chama atenção do público. A maioria das cobras brasileiras não é peçonhenta, e os quatro grupos de importância médica no país são reconhecidos por características específicas. Informação correta faz diferença aqui: reduz mortes desnecessárias de animais e evita acidentes com pessoas.
Animais que aparecem com frequência nas perguntas desta categoria.
Serpente não peçonhenta que mata por constrição.
Serpente peçonhenta responsável por muitos acidentes no Sudeste.
Réptil de áreas úmidas da Mata Atlântica e do Sudeste.
Lagarto grande e onívoro, comum em várias regiões.
Anfíbio com discos adesivos nos dedos para escalar.
Quelônio de água doce com apêndices no queixo.
Além de identificar espécies, o quiz esclarece dúvidas frequentes sobre serpentes peçonhentas, metamorfose e diferenças entre sapos, rãs e pererecas.
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