Ararinha-azul
Extinta na natureza por décadas; alvo de reintrodução.
Dizer que um animal está ameaçado não é opinião: existe um método definido, com critérios e categorias, aplicado por especialistas.
O risco de extinção de uma espécie é avaliado com critérios técnicos como tamanho da população, área de distribuição, tendência de queda e ameaças conhecidas. Esses critérios foram desenvolvidos internacionalmente e classificam as espécies em categorias que vão de menor preocupação até extinta, passando por vulnerável, em perigo e criticamente em perigo.
No Brasil, essa avaliação é organizada em publicações oficiais que reúnem o trabalho de centenas de pesquisadores e resultam em listas nacionais de espécies ameaçadas. Uma espécie pode aparecer em situação diferente na lista nacional e na avaliação global, porque os limites geográficos considerados são outros: um animal pode estar seguro no conjunto de sua distribuição e em risco dentro do território brasileiro.
As causas mais frequentes de ameaça à fauna brasileira são a perda e a fragmentação de habitat, a caça e a captura para o comércio ilegal, o atropelamento em rodovias, a poluição e a introdução de espécies exóticas. Entender essas causas é o que permite discutir soluções concretas, como corredores ecológicos, fiscalização, passagens de fauna e programas de reprodução e reintrodução.
Animais que aparecem com frequência nas perguntas desta categoria.
Extinta na natureza por décadas; alvo de reintrodução.
Primata em situação crítica na Mata Atlântica.
População pequena e restrita ao Nordeste.
Espécie da Caatinga e do Cerrado, ameaçada pela caça.
Ameaçada no Brasil, com situação pior fora da Amazônia.
A maior tartaruga marinha, com poucas desovas no país.
O quiz explica como o risco de extinção é medido e apresenta espécies brasileiras em diferentes situações, incluindo casos de sucesso em conservação.
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